Por la libre (1974-1995). Obra periodistica vol.4

Por la libre (1974-1995). Obra periodistica vol.4❮Reading❯ ➷ Por la libre (1974-1995). Obra periodistica vol.4 ➯ Author Gabriel García Márquez – Bluevapours.co.uk Por la libre constituye el cuarto volumen de la obra period stica de Gabriel Garc a M ruez Entre el an lisis del Chile del golpede estado con el ue se abre este libro y el perfil de Federico Mayor Zar Por la libre constituye el cuarto volumen de la obra period stica de Gabriel Por la ePUB ✓ Garc a M ruez Entre el an lisis del Chile del golpede estado con el ue se abre este libro y el perfil de Federico Mayor Zaragoza director general de la UNESCO ue lo cierra el lector encontrar veintis is reportajes m s ue son otras tantas teselas del mosaico de dos decenios de historia del mundo y en particular de Am rica Latina Salvador Allende Philip Agee Fidel Castro Alberto Camps el general Torrijos Juan Pablo II o Felipe Gonz lez entre otros han configurado una poca y son contemplados bajo la luz s lida profunda y experimentada del ltimo premio Nobel latinoamericano.

Gabriel Jos de la Concordia Garc a M ruez was a Colombian novelist short Por la ePUB ✓ story writer screenwriter and journalist Garc a M ruez familiarly known as Gabo in his native country was considered one of the most significant authors of the th century In he was awarded the Nobel Prize in LiteratureHe studied at the University of Bogot and later worked as a reporter for the Colombian newspaper El Espectador and as a foreign correspondent in Rome Paris Barcelona Caracas and New York He wrote many acclaimed non fiction works and short stories but is best known for his novels such as One Hundred Years of Solitude and Love in the Time of Cholera His works have achieved significant critical acclaim and widespread commercial success most notably for popularizing a literary style labeled as magical realism which uses magical elements and events in order to explain real experiences Some of his works are set in a fictional village called Macondo and most of them express the theme of solitudeHaving previously written shorter fiction and screenplays Garc a M ruez seuestered himself away in his Mexico City home for an extended period of time to complete his novel Cien a os de soledad or One Hundred Years of Solitude published in The author drew international acclaim for the work which ultimately sold tens of millions of copies worldwide Garc a M ruez is credited with helping introduce an array of readers to magical realism a genre that combinesconventional storytelling forms with vivid layers of fantasyAnother one of his novels El amor en los tiempos del c lera or Love in the Time of Cholera drew a large global audience as well The work was partially based on his parents courtship and was adapted into a film starring Javier Bardem Garc a M ruez wrote seven novels during his life with additional titles that include El general en su laberinto or The General in His Labyrinth and Del amor y otros demonios or Of Love and Other Demons Arabic Hebrew.

Por la libre PDF ´ Por la  ePUB ✓
  • Paperback
  • 344 pages
  • Por la libre (1974-1995). Obra periodistica vol.4
  • Gabriel García Márquez
  • Spanish
  • 21 August 2015
  • 8439701888

10 thoughts on “Por la libre (1974-1995). Obra periodistica vol.4

  1. Omar Abu samra says:

    .

  2. عبدُالعزيز says:

    .

  3. Rafael Said says:

    O livro traz o relato e reportagens que Gabriel Garcia Marquez escreveu sobre os pa ses aos quais fez v rias visitas.Escreveu Gabro que, a liberdade de imprensa na verdade a liberdade dos donos dos jornais pode se entender como a m dia em geral de escolherem aquilo que melhor se adequa aos grupos aos quais pertencem Repassando ao p blico aquilo que lhes conv m, encontram somente alguns poucos consumidores de not cias que sabem distinguir algo que tenha qualidade.Retratando algumas de suas O livro traz o relato e reportagens que Gabriel Garcia Marquez escreveu sobre os pa ses aos quais fez v rias visitas.Escreveu Gabro que, a liberdade de imprensa na verdade a liberdade dos donos dos jornais pode se entender como a m dia em geral de escolherem aquilo que melhor se adequa aos grupos aos quais pertencem Repassando ao p blico aquilo que lhes conv m, encontram somente alguns poucos consumidores de not cias que sabem distinguir algo que tenha qualidade.Retratando algumas de suas v rias viagens pela Am rica Latina e pen nsula Ib rica, Gabro mostra que na hist ria latino americana buscou se por v rias vezes reprimir se uma suposta subvers o para que se fossem instauradas profundas injusti as vide o exemplo do pr prio Brasil, seja retornando se a 1964 ou at mesmo nos dias atuais.Falando sobre a Revolu o Cubana, que uma de suas grandes paix es, ele ressalta como p de perceber em suas viagens ilha caribenha, o fato de os cubanos terem sido obrigados a exercerem sua criatividade ap s o bloqueio econ mico estadunidense, seja modificando suas pr prias roupas e at mesmo na improvisa o de receitas gastron micas, levando se em conta que durante um bom per odo os cubanos tinham acesso aos mesmos tipos de comida todos os dias Isso levou ao aumento da generosidade e da cumplicidade entre os cubanos Gabro ressalta que em um evento popular, a pol cia sequer necessitava portar armas.O escritor jornalista enfatiza o fato de que onde todos t m o necess rio para viver, ningu m precisa tomar roubar do pr ximo, o que diminuiu os ndices de criminalidade em Cuba.Falando sobre obras de arte, o autor escreveu que se alguma vez foi poss vel ou ainda ser alguma vez uma obra de arte mudar o mundo , n o h de ser pela for a destruidora da obra de arte, mas pelas eros es internas e invis veis do pr prio sistema social p 83 , o que faz pensar sobre o momento atual do Brasil, onde exibi es de arte geram batalhas no campo ideol gico, num pa s onde um v deo de uma crian a tocando um homem nu gera mais repulsa do que imagens de soldados apontando armas para crian as em favelas.Falando sobre a hist ria da coloniza o latino americana, Gabro escreve que o tipo mais dif cil de se remediar a coloniza o mental, aquela em que o colonizado se v preso sem conseguir escapar por meios pr prios.Relatando as revolu es ocorridas nos pa ses em que esteve, o autor escreve que nos pa ses crist os, os mortos s o considerados melhores exemplos que os vivos, e para que as revolu es nesses locais tenham xito, os m rtires s o os mais importantes.Evocando seu lado socialista, Gabro critica e coloca o desafio de ver grandes fortunas confessarem seu pecado original p 254 Nos pa ses pobres, o dinheiro f cil uma droga das mais perversas, levando corrup o desenfreada.Para remediar boa parte dos problemas sociais na Am rica Latina, o autor sugere que a solu o mais eficaz seria garantir a educa o do ber o ao t mulo de cada um Esses relatos demonstram o que o pr prio autor denominou de, fazendo uma autocr tica, algu m que tem paix o pelas causas perdidas

  4. مكتبجي says:

    1995_1974 _

  5. إبراهيم دراج says:

    ..

  6. Ricardo Munguia says:

    Compilaci n de notas de prensa, entrevistas y reportajes que el autor publico, en su mayor a, para la revista Alternativa , casi todas en la d cada de los setenta y ochenta Los temas que m s destacan son los relacionados con las revoluciones sociales, casi todas de origen socialista, en especial la revoluci n cubana, la portuguesa y la angoliana, tambi n habla del bloqueo comercial de Cuba por parte de Estados Unidos, la situaci n del narcotr fico en Colombia en la d cada de los ochenta, la in Compilaci n de notas de prensa, entrevistas y reportajes que el autor publico, en su mayor a, para la revista Alternativa , casi todas en la d cada de los setenta y ochenta Los temas que m s destacan son los relacionados con las revoluciones sociales, casi todas de origen socialista, en especial la revoluci n cubana, la portuguesa y la angoliana, tambi n habla del bloqueo comercial de Cuba por parte de Estados Unidos, la situaci n del narcotr fico en Colombia en la d cada de los ochenta, la intervenci n cubana en Angola y la de el Che Guevara en el Congo La toma del palacio presidencial en Managua por los sandinistas del cual se bas para escribir un peque o guion cinematogr fico llamado El secuestro y la dictadura de Pinochet y sus encuentros personales con Fidel Castro, Omar Torrijos expresidente de Panam , Felipe Gonz lez expresidente de Espa a y el papa Juan Pablo II.De una postura radicalmente de izquierda, tanto que parece imparcial pero escrito de una manera entretenida y ligera, m s que reportajes cuadrados, parecen peque os cuentos sacados de su imaginaci n precisados por an cdotas y algunos datos que le dan veracidad a lo que est narrando Sin embargo, su posici n personal est presente en estas notas y no tendr a por qu no estarlo , por lo que recomiendo para el que las lea, que todo lo descrito, sin importar la forma en como este narrado, lo tome con un poco de escepticismo.Sin embargo, lo que si me qued de esta obra, es que si el periodismo por norma y no por excepci n, fuera narrado de esta manera, con esa pasi n que acompa a su obra, m s personas se interesar an por leer los peri dicos y sus notas que por lo general son bastante ridas Se nota el oficio de periodista y narrador que el autor cargo hasta el ltimo d a de su vida, y aunque no sea del todo parcial u objetivo, lo que si le celebro es ese estilo de contar que me mantuvo entretenido, y me informo de algunos acontecimientos de los cuales yo ignoraba por completo Recomendado si te interesa el periodismo, o algunos aspectos de las revoluciones sociales que ocurrieron en Am rica Latina a mediados del siglo pasado

  7. Hernán says:

    Tanto se interes por estos absurdos culturales, que estudi a fondo la idiosincrasia africana y estudi a fondo la lengua swahili para tratar de modificarlos desde adentro consciente de que hay una fuerza perniciosa y profunda que se siembra en el coraz n de los hombres y que no es posible derrotar a bala la colonizaci n mental

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